Investigada, Zambelli pede “impeachment” de responsável por operação contra fake news

Alvo de uma operação da PF contra fake news após autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) afirmou que “está na hora” de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, “cumprir seu dever constitucional e analisar com carinho os pedidos de impeachment contra o responsável por esse absurdo”
 A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) criticou a operação da Polícia Federal contra um esquema criminoso de fake news e pediu o “impeachment” do responsável pela ação, que teve a parlamentar como um dos alvos.

Estamos vivendo um estado de exceção, ironicamente sob os aplausos dos que acusam o presidente Jair Bolsonaro de querê-lo. Está na hora do sr. Davi Alcolumbre cumprir seu dever constitucional e analisar com carinho os pedidos de impeachment contra o responsável por esse absurdo“, escreveu a parlamentar no Twitter.

@CarlaZambelli38

Toda pessoa que respeite a lei tem a OBRIGAÇÃO DE REPUDIAR essas buscas no âmbito de um inquérito ILEGAL E INCONSTITUCIONAL, sem fato determinado e já arquivado pela PGR.
Se você aplaude a ação ilegal contra seu adversário, não adianta reclamar quando ela se voltar contra você.
@CarlaZambelli38
Estamos vivendo um estado de exceção, ironicamente sob os aplausos dos que acusam o Presidente @JairBolsonaro de querê-lo.
Está na hora do Sr. @davialcolumbre cumprir seu dever constitucional e analisar com carinho os pedidos de impeachment contra o responsável por esse absurdo.
Dentre os alvos da operação estão os empresários bolsonaristas Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan e Edgard Corona, fundador da Smart Fit, além de políticos, como o ex-deputado federal Roberto Jefferson, e o blogueiro Allan dos Santos, do site Terça-Livre.
O blogueiro afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal age como “nazistas” e “comunistas”.
Além de Carta Zambelli, outros sete deputados bolsonaristas são alvos de investigações.
O vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, disse que a Corte “mantém-se vigilante contra qualquer forma de agressão à instituição”.

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