Caminhoneiros bolsonaristas de extrema-direita estão pressionando e intimidando de maneira agressiva o Supremo Tribunal Federal para manter a prisão depois de condenação em segunda instância e impedir a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A reportagem destaca que a ofensiva também chegou aos gabinetes dos ministros, que não param de receber mensagens e ligações para manter a prisão em segunda instância.
Órgãos de segurança e setores de inteligência do governo monitoram a questão, tanto nas redes sociais quanto nas estradas.
A assessoria do STF afirma que as ameaças “que se mostrarem violentas serão enviadas para o âmbito do inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes”, que cuida de investigação sobre ofensas e fake news contra integrantes da Corte.
O grupo direitista Vem Pra Rua também mobilizou seguidores nas redes sociais para convencer Barroso e os ministros Luiz Fux, Edson Fachin e Cármen Lúcia – os quatro são favoráveis à execução antecipada de pena – a pedirem vista (mais tempo para análise) e, dessa forma, interromper o julgamento.
A execução antecipada de pena é considerada um dos pilares da operação Lava Jato.

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