Depois de muito pensar, tive mais uma boa ideia quando estava no banheiro e bolei o slogan ideal

Então, Diário, agora tenho meu partido. Quer dizer, ele ainda não existe, porque precisa de 500 mil sócios. Se liberarem assinatura eletrônica, em um mês eu resolvo esse negócio. Eu sou assim: voto eu quero em papel, mas pra fundar partido eu prefiro assinatura eletrônica, kkk!
Tem um pessoal que começou a pegar no meu pé por causa do número do meu novo partido: 38. Eles dizem que escolhi esse número por causa do revólver.
Pô, claro que é por causa do revólver, porque, se tem uma coisa que eu gosto, é revólver. Não tem jeito melhor de se acabar com uma discussão.
Mas aí, pra pararem de me encher o saco, eu disse que escolhi esse número porque sou o trintésimo-oitavo (é assim que se escreve?) presidente do Brasil.
Será que vão acreditar? Ah, claro que vão. O meu pessoal acredita em tudo: kit gay, mamadeira de piroca, Ciro Gomes batendo na Patrícia Pillar… É só falar que eles engolem. Se um cara acredita que dar dinheiro para pastor é remédio pra espinhela caída, não vai acreditar na minha história? Tô tranquilo.
É verdade que aquela placa feita só com cartuchos e bala deu um pouco na vista. E o meu símbolo de campanha, a arminha feita com os dedos, também não é uma coisa muito discreta. Mas boto fé que o pessoal vai acreditar.
Agora só falta escolher um slogan bacana. Minha primeira ideia foi:
Este é um partido com bala na agulha.
Mas agulha é coisa de mulher, então pensei em:
De Carluxo a cartucho, este partido é um luxo!
Mas essa frase me lembrava o Clodovil, então joguei fora. Aí, quando eu estava no banheiro (eu sempre tenho boas ideias no banheiro), achei o slogan ideal:
Revólver acima de tudo. Balas em cima de todos!

Esse sim é um slogan matador. Ratatatá!

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