Mais um escândalo no laranjal do PSL: desta vez, o protagonista é o deputado Alexandre Frota, que foi acusado por seu motorista Marcello Ricardo Silva.

Em depoimento ao Ministério Público de São Paulo, Marcelo disse que assumiu, a pedido do atual parlamentar, a titularidade de duas empresas que eram de Frota em troca de promessas de compensações. Afirmou também que recebia, por orientação do deputado, pagamentos de terceiros e os repassava para a mulher de Frota.
E o laranjal do PSL, partido de Jair Bolsonaro, não para de crescer. “O ex-motorista de Alexandre Frota, Marcelo Ricardo Silva afirma que foi usado como laranja pelo deputado federal do PSL. Em depoimento ao Ministério Público de São Paulo, Marcelo disse que assumiu, a pedido do atual parlamentar, a titularidade de duas empresas que eram de Frota em troca de promessas de compensações. Afirmou também que recebia, por orientação do deputado, pagamentos de terceiros e os repassava para a mulher de Frota”, informa os jornalistas Ricardo della Cota e Camila Mattoso, em reportagem publicada na Folha.
O motorista afirmou que trabalhou na campanha eleitoral do parlamentar e que foi pago por empresários amigos de Frota, recursos que não foram declarados à Justiça Eleitoral. Marcelo chegou a ser lotado no gabinete de Frota por cerca de 20 dias em fevereiro, mas foi exonerado no final daquele mês. Procurado, Frota negou irregularidades e se disse vítima de “práticas de ameaças e extorsão.”
O motorista rebateu Frota. “Enquanto eu recebi dinheiro na minha conta como caixa 2 na campanha, aí eu servi. As duas empresas dele que constam no meu nome, para isso eu servi“, disse o ex-motorista à Folha. “Agora eu não presto mais?

Fonte: Brasil 247

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