[su_heading size=”20″ align=”center” margin=”10″]Nota de Pesar[/su_heading]

É com extremo pesar que o Grande Oriente do Brasil, comunica o falecimento do Irmão Jorge González, Venerável Mestre da Loja Amizade Fraternal n° 10 – GOB-RJ.
Lamentamos intensamente, o passamento ao Oriente Eterno, do nosso agora Saudoso irmão Jorge.
E neste momento de perda e dor, transmitimos os nossos sentimentos de pesar, aos familiares e amigos, deste que foi um exemplo de irmão, cidadão e trabalhador incansável da Arte Real.
Fraternalmente
Múcio Bonifácio Guimarães
Grão-Mestre Geral

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OUÇA O ÁUDIO QUE O IRMÃO JORGE GRAVOU ANTES DE FALECER:

Tive que implorar um dia inteiro por um copo d’água”: cônsul morto com suspeita de coronavírus relata abandono em hospital

​​Do jornal O Globo:

Morto na quarta-feira com sintomas do coronavírus, o administrador Jorge José González Sebá deixou áudios em que acusou o hospital Rio Mar de abandoná-lo por medo de contaminação. Ele tinha 60 anos, era diabético e foi internado no sábado com febre e falta de ar. No hospital, que pertence à Rede D’Or e fica na Barra da Tijuca, foi diagnosticado com pneumonia dupla e isolado por quatro dias na UTI.
González era capitão reformado do Exército e cônsul honorário do Suriname no Rio. O Rio Mar confirmou a morte por suspeita de Covid-19 e afirmou que o paciente recebeu “todo o atendimento possível”. A família pretende processar o hospital por negligência e omissão de socorro.

Jorge José Gonzáles Sebá. Foto: Álbum de família

Numa das gravações feitas na UTI, o administrador disse que médicos e enfermeiros evitavam se aproximar dele por medo de contrair o vírus. “Me deixaram aqui sem informação, isolado, como se fosse um bicho. Eu me esgoelo, eu grito, eu chamo as pessoas, ninguém atende. Tenho dificuldade até para urinar”, desabafou.
González contou que permaneceu mais de 48 horas abandonado no leito, sem limpeza e troca de fraldas. “Tive que implorar um dia inteiro para que alguém pudesse trazer um copo para eu beber água”, afirmou. “Nunca pensei que num hospital desse porte eu pudesse ser tratado desta maneira”. O paciente disse compreender o medo de médicos e enfermeiros, mas reclamou de falta de respeito.

(…)