As Grandes Lojas dos EUA já se manifestaram oficialmente mediante seus respectivos grão-mestres sobre a não discriminação motivada por orientação sexual na aceitação de novos membros.

O Supremo Conselho do Grau 33 para a Jurisdição Sul dos EUA (mãe de todos os demais) também já se manifestou oficialmente sobre a inadmissibilidade da discriminação baseada em orientação sexual para o ingresso nesse Supremo.
As Grandes Lojas do estado americano da Califórnia e Distrito de Columbia, inclusive, retiraram o reconhecimento das Grandes Lojas dos estados americanos do Tennessee e Geórgia, por estas discriminarem candidatos com base na orientação sexual e cor da pele.
A atitude da Califórnia e D.C. foi seguida pelas Grandes Lojas regulares e reconhecidas dos Países Baixos (Holanda), Bélgica e França.
A Grande Loja Unida da Inglaterra não discrimina com base em orientação sexual há muito tempo, todavia, em 17 de julho de 2018 publicou a sua nova “Política de Mudança de Gênero”, onde afirma que transexuais “podem continuar na Maçonaria e não podem sofrer qualquer tipo de discriminação; que qualquer conduta ofensiva, humilhante, hostil ou intimidadora com um irmão que se tornar mulher será considerada conduta antimaçônica e passível de punição; e que uma loja não pode expulsar um membro por se tornar mulher e nem tentar persuadi-lo a se desligar por essa razão.“.

Se a Maçonaria brasileira seguir orientação discriminatória, estará caminhando em direção oposta à Maçonaria dos EUA e da Europa. Isso significa que a Maçonaria brasileira estaria condenada ao ocaso perante a Maçonaria mundial.

* Comentário feito neste site na postagem MAÇONARIA E HOMOFOBIA
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