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MULHER DE MAÇOM, Carla Zambelli TRIPUDIOU sobre morte de Bebianno, QUE TAMBÉM ERA MAÇOM

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) confirmou ao Broadcast/Estado que publicou um tuíte neste sábado em referência à morte do ex-secretário-geral da Presidência Gustavo Bebianno na madrugada deste sábado, mas apagou a mensagem em seguida após a repercussão.
A parlamentar tinha postado uma passagem bíblica. “O Senhor dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará. Isaías 14:24. Todos que se colocarem contra o projeto de Deus serão flechados e voltarão, naturalmente, às suas origens“, escreveu Zambelli na rede social.

Tuíte excluído por Carla Zambelli, postado após a morte do ex-ministro Gustavo Bebianno

Tuíte excluído por Carla Zambelli, postado após a morte do ex-ministro Gustavo Bebianno

© Reprodução/Twitter de Carla Zambelli 

Ela disse que apagou a publicação porque foi mal interpretada. “Eu li que já estão fazendo conjecturas, ligando a morte dele (Bebianno) ao presidente Jair Bolsonaro. Eu só quis dizer que a morte foi natural“, disse a parlamentar. Ela também confirmou que a publicação fazia mesmo referência à morte do ex-ministro. “Era, mas para dizer que a morte foi natural, não para zoar nada“, afirmou.
No Twitter, usuários apontaram a semelhança do trecho postado por Carla a uma frase de Bolsonaro em meio à polêmica que culminou na demissão de Bebianno.
No dia 13 de fevereiro de 2019, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, disse que Bebianno mentiu: “É uma mentira absoluta de Bebianno que ontem teria falado 3 vezes com Bolsonaro (sobre diversos assuntos, entre eles irregularidades nas campanhas do PSL). Bolsonaro não tratou com Bebianno”.
Horas depois, Bolsonaro retuitou as mensagens e, numa entrevista à noite divulgada pela TV Record, o presidente disse que Bebianno poderia “voltar às origens” caso estivesse envolvido em irregularidades.
Bebianno acabou se transformando no pivô da primeira crise política do governo após suspeita de que o PSL, antigo partido do presidente, fez uso de candidaturas laranjas nas eleições. Bebianno, então, que era presidente nacional da sigla na eleição, passou a ser alvo de críticas do filho do presidente e vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e da ala ligada ao grupo do guru bolsonarista Olavo de Carvalho. Ele caiu no 49º dia do novo governo. No início deste mês, Bebianno foi lançado como pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSDB.
Relembre as alianças e crises entre Bebianno e a família Bolsonaro.
Fonte: O Estado de São Paulo
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