A Maçonaria brasileira vive há um certo tempo, carente de grandes nomes da política nacional, que honrem o verdadeiro sentido da Política e dos princípios da Ordem Maçônica.

            Os nomes mais recentes da política, infelizmente seria mais um vexame para a organização, se não estive ela hoje recheada de políticos sem escrúpulos e envolvidos com corrupção e todo tipo de malfeitos.
            Recentemente temos o caso do ex-presidente Michel Temer, maçom praticante, até bem pouco tempo antes de assumir a presidência da República através de um golpe parlamentar, que atualmente se vê envolvido com vários processos criminais, que vão de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha.
            Quem lembra do Governador de Brasília, José Arruda? Pois bem, era maçom influente e bajulado pelos seus pares, até bem perto de ser flagrado em várias falcatruas da política do planalto.
            Agora a vedete dos maçons brasileiros é o vice-presidente da República, o general da reserva, Antônio Hamilton Mourão. De corrupção, ainda não se fala não, apenas de favorecimento ao filho, no caso da nomeação em assessoria no Banco do Brasil, tão logo assumiu seu posto no Executivo.
            O que pesa mais contra Mourão, principalmente se formos cotejar seu procedimento com os princípios doutrinários da Maçonaria, sãos os seus depoimentos em defesa da ditadura militar e seus elogios ao torturador e colega de farda, Brilhante Ustra.
            A Maçonaria preza pela Liberdade e pela defesa dos Direitos Humanos, o que convenhamos, não se coaduna nada com quem defende regimes de exceção e que tem entre seus ídolos um torturador que colocava ratos nas vaginas das mulheres prisioneiras e até crianças passaram pela sua fúria psicopata.
            Infelizmente o general Mourão não é um Maçom no sentido da palavra. Ele foi “iniciado” e é membro regular de uma Loja e Obediência Maçônica, mas não é motivo para homenagens e tietagens desnecessárias daqueles que se dizem Obreiros da Paz.
            Veja abaixo a homenagem prestada ao general no último dia 3 de maio:

Texto da lavra do Ir.´. Pedro Fillardo

 

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