O avanço do fundamentalismo politico, social e cultural, o que podemos entender sobre o significado mais simples e objetivo e quando lidamos com fanáticos, com adulterações no juízo relativo ao entendimento das causações eficientes ou das convergências na realidade objetiva, o que a Filosofia em Heidegger tem a explicar sobre isso, mas não de forma nas demonstrações diretamente explícitas, estamos lidando com fanatismo especulativo. trapaceiro mercantil historicamente batido.
O grau de desenvolvimento das forças produtivas nos Governos Lula e Dilma permitiu bastante avanço nas varreduras dos padrões editoriais. Essa varredura, esses padrões até informatizados é que permitiu forjar ferramentas para asserções dos principais problemas mais básicos e fundamentais. Mas vejo que até certo ponto essa produção foi mal assimilada, sofreu distorções porque a concentração mercantil no ambiente subcapitalista emergente não consegue dar conta da diversificação da produção e das assimetrias que aparecem nessa diversificação, ai aparece uma série de reduções teóricas até terceirizadas que não contemplam a aproximação das demandas sociais.
A evolução dessa diversificação também apresenta convergências visíveis no que diz respeito a integração da diversificação produtiva da indústria de infraestrutura. O México tem problemas mais sérios, mas a malha metroviária na Cidade do México é muito mais extensa. Sobre as convergências da produção no sentido positivo na diversificação.
Hegel dizia que o real é racional e o racional é real, se levarmos em conta o aspecto positivo, o problema do fundamentalismo especulativo da parcela dessa direita e que eles são distorcidos, retrógrados que vivem da especulação exploradora, essa ou essas especulações não são compatíveis com as convergências no sentido positivo.

Por Josephaugusto Costa

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