Jornal GGN – A Polícia Federal indiciou ex-agentes do governo Alckmin por desvios na Dersa – a estatal que cuida de obras viárias – que somariam mais de R$ 600 milhões. Segundo reportagem da Folha, o esquema teria favorecido a OAS.

O principal indiciado é o ex-presidente da Dersa e ex-secretário estadual Laurence Casagrande Lourenço [foto] por de fraude em licitação do trecho norte do Rodoanel. O ex-diretor de Engenharia da Dersa Pedro da Silva também foi indiciado. Os dois ex-agentes estão presos desde o dia 21 de junho no âmbito da Operação Pedra no Caminho.

Eles são acusados de assinar aditivos contratuais que supostamente favoreceram a OAS de maneira fraudulenta, gerando prejuízos de mais de R$ 600 milhões aos cofres estaduais.

Outros 10 suspeitos foram indiciados no dia 5 de julho, mas não estão presos. São eles: Pedro Paulo Dantas do Amaral Campos, Benedito Aparecido Trida, Helio Roberto Correa, Adriano Trassi, Carlos Prado Andrade e Edison Mineiro Ferreira dos Santos (todos ligados à obra do Rodoanel Mário Covas), todos ex-duncionários e diretores da Dersa, e o ex-diretor da OAS responsável pelo projeto, Carlos Henrique Barbosa Lemos.

Fonte: Jornal GGN
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