O Brasil está de luto

“Décadas de esforços para construir uma das maiores petroleiras do mundo estão postos a perder. Mais de 5000 empresas, nacionais e estrangeiras, cerca de 800.000 empregos qualificados, dos quais os de mais de 60.000 engenheiros, perderão a razão de ser. A nós, brasileiros, no setor de óleo e gás, restarão empregos e negócios nas áreas de segurança, transporte e alimentação. Por isto, está de luto o Brasil”

Estados credores de R$ 1 trilhão são esmagados financeiramente pela União

Os Estados e a maioria dos municípios brasileiros estão ruindo por conta de alicerces podres. E o mais dramático disso é que se comportam como escravos diante do Governo federal.

Ninguém é povo no Brasil

Talvez ainda não tenhamos assimilado o sentido propagado no preâmbulo da Constituição Americana: “We, the People” (Nós, o Povo). No Brasil, ninguém quer ser ‘povo’, status que remete à noção de ‘povão’: uma classe marginalizada, excluída, feia, pobre e mestiça. Todos querem ser ‘elite’ ˗ como se esta não integrasse o ‘povo’.

A economia do país parou, freada pela incompetência do governo

Na próxima sexta-feira, 14 de junho, faremos uma grande greve geral contra a reforma da Previdência, por nossos direitos e por empregos. Vamos parar o Brasil para tirar o Brasil da paralisia imposta por Bolsonaro.

Governos populares versus governos populistas

Que tipo de populismo é esse que se insurge no Brasil sob o silêncio da grande mídia que dilapida o patrimônio nacional em troca do afago do grande capital, financiador das fake news que elegeram Bolsonaro e sua base de apoio? Na verdade, toda política de Bolsonaro é anti-povo.

Indigência

O atual governo mente e sem qualquer escrúpulo. Não toma qualquer medida para gerar emprego. Ao contrário, impede crédito, investimento, paralisa os bancos públicos, as linhas de financiamento do BNDES, os programas como Minha Casa Minha Vida, quebrando pequenas e médias empresas.

Thomas Mann e o Brasil de hoje

Por toda imprensa brasileira passou sem notícia o 6 de junho, dia do nascimento de Thomas Mann. Para usar um jargão jornalístico, faltou “gancho”, ou seja, um motivo que justificasse a sua inclusão nos jornais. E no entanto, quando relacionamos o Brasil de hoje ao fascismo, motivos não faltam para lembrar Thomas Mann.

Guerra virtual: o tropeço das palavras e as leis

A consolidação das redes sociais e dos aplicativos, com destaque para o WhatsApp, engendrou uma troca de informações mais ágil, informal e interativa. Neste novo mundo, em contrapartida, há explosão de conteúdos de ódio, disparo de mentiras por milícias digitais, linchamentos verbais e ofensas de todos os gêneros e espécies.

A goleada da extrema direita sobre o centro neoliberal

A grave crise, que começou com os financiamentos imobiliários em 2007/2008, parecia marcar o fim do pensamento neoliberal e o início de outra era no pensamento econômico hegemônico; entretanto, passado o susto quase tudo se manteve como era antes; apenas alguns cosméticos foram aplicados sobre a extrema liberdade do capital financeiro.

Reforma da Previdência no reino da mentira e da mistificação

Guedes quer um trilhão de reais, outros falam em 1,2 trilhão. De onde virá esse dinheiro? Virá do bolso dos pobres, naturalmente. Como os pobres são milhões, mesmo o pouco que se tirará de cada um individualmente, muito para ele, acabaria somando o tal trilhão, pronto para ser entregue aos abutres do mercado financeiro.

Holocausto verde e amarelo. Precisamos reagir!

O que me preocupa sobremaneira é descobrir qual será a forma; qual será a corrente histórica escolhida para transformar em conhecimento este capítulo temporal tão disparatado da História do Brasil; reconstruir este presente como passado, no futuro, não será uma missão descomplicada.
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